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O app se chama Freestyle Libre, e ganhou muita força como um complemento para o controle e monitoramento da diabetes.

Para utilizar o aplicativo, é necessário um sensor que é utilizado no braço.

Como Funciona?

Primeiro ponto é, baixar o app, que está disponível para Android e Iphone, o aplicativo é leve e super tranquilo de se baixar, não ocupa muito espaço.

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Mas quais as informações o App consegue entregar?

Você pode usar o aplicativo FreeStyle LibreLink para:

  • Ver a leitura do seu nível de glicose atual, a seta de tendência e o histórico do nível de glicose
  • Adicionar notas para monitorar seus alimentos, uso de insulina e exercícios
  • Ver relatórios, como Tempo no alvo e Padrões diários
  • Compartilhar seus dados com seu médico e sua família, com sua permissão.

O FreeStyle LibreLink tem como objetivo a medir níveis de glicose em indivíduos portadores de diabetes quando usado com o sensor.

Para obter mais informações sobre como usar o FreeStyle LibreLink, consulte o Manual do usuário, que pode ser acessado por meio do aplicativo.

Vale lembra que apenas o aplicativo não, sem o sensor, não é possível monitorar.

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Como conseguir o sensor?

O sensor é um aparelho, que vai fazer a leitura e vai comunicar-se com o aplicativo, ele por sua vez, pode ser encontrado em diversos locais, como: Farmácias, Mercado Livre, lojas de equipamentos de saúde etc.

O preço médio no dia 27/09/21 no dia que escrevemos essa matéria era de R$ 250,00, isso na internet, os valores em lojas presenciais podem variar conforme seu estado e cidade.

O SUS pode custear o valor do sensor?

Um ponto claramente complicado é o valor que deixamos acima, é caro para grande parte dos Brasileiros, sendo assim, vem a pergunta, o SUS deve custear esse tipo de aparelho?

Isso é um assunto delicado, pois segundo relatos, mesmo o sensor sendo algo fundamental para o portador de diabetes, o SUS tem negado a obrigatoriedade do custeio desse aparelho, porém, ao contato com alguns escritórios de advocacia, identificamos um aumento no número de pessoas questionando essa decisão.

No site do advogado Elton Fernandes, ele aponta que:

” Como se sabe, se a Diabetes não for controlada de maneira adequada, pode causar lesões irreversíveis em órgãos importantes do nosso corpo, atacando principalmente os rins e assim desenvolvendo um quadro clínico extremamente complicado para tratamento”.

e continúa:

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“Desta feita, se observarmos pela perspectiva econômica, é muito mais barato para o Estado fornecer este sensor para que o paciente consiga controlar a doença, evitando que evolua para um quadro mais sério, como o comprometimento da função renal.

Evidentemente, se a função renal for comprometida, o Estado terá de custear um tratamento extremamente mais caro e doloroso, sendo pouco inteligente a negativa.”

Sendo assim, o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo é que o SUS deve custear Sensor Libre, desde que preenchidos dois requisitos, a necessidade, via laudo médico, e a necessidade financeira, via comprovação de renda.

Fontes:
Sensor Libre – o SUS de deve custear? Entenda agora! – Elton Fernandes – SP